
Passei boa parte da minha vida profissional defendendo a importância de incorporar hábitos saudáveis, como se exercitar, comer bem, cuidar do sono e cultivar amigos. Eles são excelentes ferramentas de cuidado da saúde mental.
Continuo prescrevendo tudo isso, mas, recentemente, comecei a fazer um movimento que parece contrário ao que sempre recomendei:
em vez de acrescentar mais atividades saudáveis à minha agenda, passei a rever o que realmente fazia sentido manter. Um exemplo disso foi reduzir as atividades físicas que fazia para me concentrar no que mais importa para a minha idade: treinar o VO2 máximo e fazer musculação.
Isso não significa que abandonei hábitos importantes, mas que reconheci que, muitas vezes, uma rotina saudável que mira a “excelência” pode se tornar exagerada e difícil de sustentar.
Esse tema tem despertado a atenção de pesquisadores. Em 2021, um estudo publicado na revista Nature mostrou que, diante de um problema, tendemos a buscar soluções que acrescentam alguma coisa e ignorar as que retiram algo.
Leia mais em: https://forbes. com. br/colunas/2026/10/saude-mental-menos-pode-ser-mais/
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